Fortitudine: Reino de Luz (Armazém da Cultura, 2026), de Diego Pontes,
novela do gênero fantasia juvenil
LANÇAMENTO
Data: 29 de abril de 2026, a
partir das 19h
Local: Foyer do Theatro José de
Alencar (rua Liberato Barroso, 525, Centro, Fortaleza – CE)
Preço de capa: R$ 65,00
SOBRE A OBRA
Fortitudine: Reino
de Luz revisita a história e a memória cultural de Fortaleza em seus 300 anos. O
novo livro do escritor Diego Pontes cria um reino encantado inspirado na
Fortaleza da Belle Époque e propõe um olhar contemporâneo sobre identidade,
patrimônio e pertencimento.
Em 2026, ano em que
Fortaleza celebra seus 300 anos, o escritor cearense Diego Pontes lança essa novela
de fantasia juvenil que transforma elementos históricos e culturais da cidade
em um universo simbólico voltado para jovens leitores.
Publicado pela
Editora Armazém da Cultura, o livro combina imaginação literária, pesquisa
histórica e reflexão sobre memória e identidade cultural.
Ambientada em um
reino fictício inspirado na Fortaleza entre o final do século XIX e as
primeiras décadas do século XX — período marcado pelas transformações da Belle
Époque — a narrativa constrói uma espécie de conto fundacional para a cidade. A
história acompanha personagens que atravessam paisagens encantadas e conflitos
simbólicos, enquanto lidam com temas universais como amadurecimento,
pertencimento e a busca por identidade.
No centro da
narrativa está Fortitudine, um reino sustentado pela luz e pela memória de seu
povo, cuja existência é ameaçada por um antigo pacto com a bruxa Sarsalina,
figura que simboliza o apagamento das lembranças e a erosão das histórias
coletivas.
É nesse cenário que
surge Eudine, herdeira da luz e marcada por uma profecia, e Benício, jovem
cordelista que atravessa a mata branca em busca de prosperidade. Quando seus
caminhos se cruzam, o destino do reino — e da memória que o sustenta — entra em
jogo.
Ao utilizar a
fantasia como linguagem narrativa, Diego Pontes propõe uma aproximação entre
ficção e história. O universo de Fortitudine incorpora referências à geografia,
à memória urbana e aos processos de transformação vividos por Fortaleza ao
longo de sua história, dialogando também com o imaginário cultural e com a
presença dos povos originários do Ceará, inspiração para o povo ficcional
Guarilum, que habita o livro.
A obra também toca
em temas contemporâneos como o apagamento do patrimônio cultural — material e
imaterial — e a necessidade de preservar as memórias que constituem a
identidade de uma cidade. Em vez de apresentar uma reconstituição histórica
tradicional, o autor utiliza símbolos, arquétipos e elementos do fantástico
para sugerir novas formas de olhar para o passado e compreender o presente: “Fortitudine
nasce do desejo de olhar para a cidade onde nasci e reconhecer nela as camadas
de história que muitas vezes passam despercebidas no cotidiano. A literatura
tem o poder de criar pontes entre memória e imaginação, permitindo que novas
gerações se aproximem da história de forma viva e sensível”, afirma o autor.
Com leitura ágil, Fortitudine:
Reino de Luz também dialoga com questões psicológicas próprias da
adolescência, como a construção da identidade, o autoconhecimento e a passagem
para a vida adulta. Ao mesmo tempo, convida os leitores a refletir sobre sua
relação com o lugar onde vivem e sobre a importância da memória coletiva na
construção de uma cultura. Mais do que uma narrativa fantástica, o livro se
apresenta como um gesto simbólico de celebração e reflexão sobre Fortaleza em
seus três séculos de história — um convite para redescobrir a cidade por meio
da literatura.
SINOPSE
Fortitudine é um
reino sustentado pela luz e a memória de seu povo. Esculpido pelo vento e a
dança entre terra e oceano, vê sua existência ameaçada por um antigo pacto
feito com a bruxa Sarsalina, cuja presença seca as lágrimas, apaga as
lembranças e transforma tudo o que reluz em sal.
Eudine, herdeira da
luz e marcada por uma profecia, cresce sem conhecer a verdade sobre o seu
destino, até o momento em que a sobrevivência do reino passa a depender de sua
coragem. Enquanto isso, Benício, um jovem cordelista, atravessa a mata branca
em busca de prosperidade. Em sua jornada, descobre que a poesia também é capaz
de alimentar a alma. Quando seus caminhos se cruzam, o futuro de Fortitudine
entra em suspensão. Em meio ao apagamento, a seres encantados e às memórias que
resistem, a história revela o mistério de como manter a luz acesa e restaurar o
equilíbrio entre o reino e a claridade que o ilumina.
SOBRE O AUTOR
Diego Pontes é
escritor e criador do universo literário Reino Fortitudine. Nascido em
Fortaleza e radicado em Paris, desenvolve uma obra que une imaginação
narrativa, sensibilidade e reflexão sobre as experiências da infância e da
juventude. Desde cedo, se relaciona com as histórias por meio de múltiplas
linguagens — quadrinhos, charge, teatro, artes visuais e literatura — que
moldaram sua forma de construir narrativas e mundos atravessados por conflitos
internos e transformações subjetivas.
A partir da
observação do humano, primeiro na arte e depois na clínica, desenvolveu um
interesse profundo pelas narrativas invisíveis — aquelas em que os sentidos
buscam as palavras.
Em 2015, publicou
seu primeiro livro, O Diário Gráfico de Kitty (Armazém da Cultura), no
qual revisita a memória de Anne Frank por meio de uma narrativa visual
sensível. A obra marca o início de um percurso literário comprometido com temas
que convidam jovens leitores à reflexão sobre valores humanos universais.
Formado em Psicologia,
com mestrado em psicopatologia infantojuvenil pela Université Paris Cité,
integra sua experiência clínica à escrita, influenciando a construção de
personagens e suas jornadas de amadurecimento.
Diego acredita no espaço potencial criativo que a arte e a literatura oferecem à vida do sujeito — especialmente aos mais jovens. Por isso, tanto na clínica quanto na escrita, busca criar ambientes seguros onde seja possível sonhar e se desenvolver.


Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirVocê passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que dava para passar na faculdade sem estudar, quando chegou em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Esse foi o motivo de eu ter ficado reprovado em orgânica 1 pela primeira vez. Eu ainda me lembro, quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica com bolsa no laboratório de imunofarmacologia e inflamação. Foi então que eu notei que você apenas fingiu que era uma pessoa boa no primeiro semestre, no segundo semestre em diante, você mostrou quem você é de verdade, você não passa de uma egoísta que só pensa em si mesmo.
ResponderExcluir“Eu estou com a minha graduação toda atrasada por sua culpa”.
Você ainda abriu a empresa Dye my Bag com o dinheiro da sua bolsa de IC, você ainda está fazendo estágio na Farmoquímica, será que o pessoal na Farmoquímica sabe quem você é de verdade?
Você ainda é professora particular, será que você ensina os seus alunos a colarem na prova também?
Você ainda vai se casar com um homem. Será que o seu noivo sabe quem você é de verdade?
Eu já mandei um e-mail para o projeto de extensão chamado Princípios Ativos - uma Abordagem de Ensino Pesquisa e Extensão, te denunciando contando tudo o que você fez comigo e pedindo que você fosse expulsa. Uma pessoa que passa na prova colando não merece fazer parte de um projeto de extensão cheio de pessoas que passam na prova estudando. Infelizmente o meu e-mail foi ignorado e você continua como membro do projeto de extensão, segundo o seu próprio perfil no Instagram:
https://www.instagram.com/p/DaHQQNcsFGD/
Ano passado, o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Depois que ele fez isso, você junto com os outros alunos da Fernanda foram fazer queixinha sobre minha na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Até agora eu não estou acreditando no que aconteceu comigo. Se esse FDP achou que iria me calar, pode ter certeza que ele não conseguiu. Quer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia e tenho as minhas informações pessoais vazadas. Medo é para quem tem algo a perder, você já tirou tudo de mim, no momento que você me abandonou em orgânica 1. Parabéns você destruiu a minha vida.
Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa cumprir a ameaça e me matar logo, manda ele aparecer aqui na boca de fumo que tem em cima da minha casa pegar um fuzil com o traficante. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.
A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.