terça-feira, 22 de maio de 2012

EXTRA! EXTRA! 120 anos da Padaria Espiritual, dia 23 de maio, às 19h, no Espaço O POVO de Cultura & Arte

Clique na imagem para ampliar!

Dia 23 de maio de 2012, às 19 horas, no Espaço O POVO de Cultura & Arte.
Programação aberta ao público

Comemoração dos 120 anos da Padaria Espiritual

Convidados: 
Sânzio de Azevedo, Doutor em Letras pela Faculdade de Letras do Rio de Janeiro, professor da Universidade Federal do Ceará durante cerca de 30 anos, autor de mais de 20 livros (poesia, ensaio, historiografia literária e biografia), membro da Academia Cearense de Letras, maior pesquisador da Literatura Cearense, em especial, da Padaria Espiritual; 
Gleudson Passos, mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor da Universidade Estadual do Ceará e membro da Sociedade de Belas Letras & Artes – Academia da Incerteza, autor de livros, dentre os quais Padaria Espiritual: biscoito fino e travoso (MUSCE), e de artigos sobre turismo e patrimônio cultural.

Mediação: Socorro Acioli, jornalista, escritora, doutoranda em Estudos de Literatura pela Universidade Federal Fluminense. Autora de diversos livros infanto-juvenis, dentre os quais É pra Ler ou Pra Comer?, história da Padaria Espiritual para Crianças.

Atração de Abertura: Leitura dramática do “Programa de Instalação” da Padaria Espiritual por Ricardo Guilherme, ator, diretor, dramaturgo, historiador, criador do Teatro Radical Brasileiro, com cerca de 40 anos de dedicação ao teatro, professor do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal do Ceará, dentre outros.

Ao final, sessão de autógrafos dos autores dos livros A Breve História da Padaria Espiritual (Edições UFC) e É pra Ler ou Pra Comer?(Edições Demócrito Rocha).

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Eduardo Agualusa, em Debates Universitários O POVO (24 e 25 de maio)


Clique na imagem para ampliar!

Entrevista Aberta com ESTRIGAS, no Espaço O POVO de Cultura & Arte (22.5)


Entrevista Aberta com ESTRIGAS (Nilo de Brito Firmeza).
Dia 22, às 19 horas (Terça-feira)
No Espaço O POVO de Cultura & Arte (Av. Aguanambi, 282 - jornal O POVO)

O artista cearense é convidado da quarta edição do projeto Entrevista Aberta. 
Nilo de Brito Firmeza, o Estrigas (apelido que ganhou quando ainda estudante no Liceu do Ceará), nasceu em 19 de setembro de 1919, em Fortaleza. Fez carreira como artista plástico a partir de 1950, como um dos principais articuladores da Sociedade Cearense de Artes Plásticas (Scap). Participa, desde então, do movimento artístico local e nacional. Vencedor de diversos salões de arte, possuindo dezenas de exposições individuais e coletivas, além de ter obras no acervo de inúmeros museus de arte e coleções particulares espalhados por todo o Brasil. Fundou em 1969, juntamente com sua esposa, a artista plástica Nice Firmeza, o Minimuseu Firmeza, no sítio em que reside, no bairro do Mondubim. O acervo conta a história das artes no Ceará através de vários documentos, como pinturas, reproduções, esculturas, catálogos, livros, recortes de jornais, entre outros, numa história que se confunde com sua própria vida.

Entrevistadores: Fernando França, artista plástico, mestre em Literatura pela Universidade Federal do Ceará, e Germana Vitoriano, mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará e diretora do Sobrado Dr. José Lourenço.

Mediação: Plínio Bortolotti, jornalista, Diretor Institucional do Grupo de Comunicação O POVO.

Lançamento de As Artes de Zenon Barreto: traços, cores e formas, de Estrigas, com organização de Gilmar de Carvalho (MUSCE/SECULT).

domingo, 20 de maio de 2012

Programação Maio - Espaço O POVO de Cultura & Arte


Espaço O POVO de Cultura & Arte
— Programação MAIO de 2012 —

AGENDE-SE!

1. Dia 17, às 19 horas (Quinta-Feira)
Lançamento-Debate
Lançamento do livro A Luta Contra a Escravatura e o Racismo no Ceará, de Tshombe L. Miles, historiador com PhD pela Brown University, com a presença de José Hilário Ferreira Sobrinho, mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará, pesquisador da história e a cultura do negro no Ceará.
Como atração de abertura, o Grupo Capoeira Angola do Mestre Armando Leão.
Ao final, sessão de autógrafos com o autor.

A Luta Contra a Escravatura e o Racismo no Ceará é uma publicação das Edições Demócrito Rocha, com patrocínio do Banco do Nordeste e apoio do Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos da Universidade Estadual do Ceará (IEPRO)

2. Dia 22, às 19 horas (Terça-feira)
Entrevista Aberta com ESTRIGAS (Nilo de Brito Firmeza).
O artista cearense é convidado da quarta edição do projeto Entrevista Aberta. Nilo de Brito Firmeza, o Estrigas (apelido que ganhou quando ainda estudante no Liceu do Ceará), nasceu em 19 de setembro de 1919, em Fortaleza. Fez carreira como artista plástico a partir de 1950, como um dos principais articuladores da Sociedade Cearense de Artes Plásticas (Scap). Participa, desde então, do movimento artístico local e nacional. Vencedor de diversos salões de arte, possuindo dezenas de exposições individuais e coletivas, além de ter obras no acervo de inúmeros museus de arte e coleções particulares espalhados por todo o Brasil. Fundou em 1969, juntamente com sua esposa, a artista plástica Nice Firmeza, o Minimuseu Firmeza, no sítio em que reside, no bairro do Mondubim. O acervo conta a história das artes no Ceará através de vários documentos, como pinturas, reproduções, esculturas, catálogos, livros, recortes de jornais, entre outros, numa história que se confunde com sua própria vida.

Entrevistadores: Fernando França, artista plástico, mestre em Literatura pela Universidade Federal do Ceará, e Germana Vitoriano, mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará e diretora do Sobrado Dr. José Lourenço.
Mediação: Plínio Bortolotti, jornalista, Diretor Institucional do Grupo de Comunicação O POVO.

Lançamento de As Artes de Zenon Barreto: traços, cores e formas, de Estrigas, com organização de Gilmar de Carvalho (MUSCE/SECULT).


3. Dia 23, às 19 horas (Quarta-feira)
Comemoração dos 120 anos da Padaria Espiritual
Convidados: Sânzio de Azevedo, Doutor em Letras pela Faculdade de Letras do Rio de Janeiro, professor da Universidade Federal do Ceará durante cerca de 30 anos, autor de mais de 20 livros (poesia, ensaio, historiografia literária e biografia), membro da Academia Cearense de Letras, maior pesquisador da Literatura Cearense, em especial, da Padaria Espiritual; Gleudson Passos, mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor da Universidade Estadual do Ceará e membro da Sociedade de Belas Letras & Artes – Academia da Incerteza, autor de livros, dentre os quais Padaria Espiritual: biscoito fino e travoso (MUSCE), e de artigos sobre turismo e patrimônio cultural.
Mediação: Socorro Acioli, jornalista, escritora, doutoranda em Estudos de Literatura pela Universidade Federal Fluminense. Autora de diversos livros infantojuvenis, dentre os quais É pra Ler ou Pra Comer?, história da Padaria Espiritual para Crianças.

Atração de Abertura: Leitura dramática do “Programa de Instalação” da Padaria Espiritual por Ricardo Guilherme, ator, diretor, dramaturgo, historiador, criador do Teatro Radical Brasileiro, com cerca de 40 anos de dedicação ao teatro, professor do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal do Ceará, dentre outros.

 Ao final, sessão de autógrafos dos autores dos livros A Breve História da Padaria Espiritual (Edições UFC) e É pra Ler ou Pra Comer? (Edições Demócrito Rocha).

"Cães & Gatos", crônica de Pedro Salgueiro para O POVO

Aldous Huxley

Jorge Luís Borges

Charles Bukowski

Jack Kerouac

Stephen King

Willian Burroughs

Ferreira Gullar


O mundo é dividido entre os que gostam de cães e os que adoram os gatos.
Não à toa não se dão lá muito bem: homens, cães e gatos.
Homens que gostam de cães adoram submissão, veneram os que lhes lambem diuturnamente os pés.
Homens que gostam de gatos são maus, misteriosos e solitários.
Há os que gostam dos cães por sua fidelidade, companhia e subserviência; já outros que os detestam exatamente por essas mesmas características.
Existem os que odeiam os gatos por sua frieza, arrogância e discritude; outros os amam exatamente por isso.
Os cães são dos donos, os gatos são das casas... e blá, blá, blás (ou miau, au, aus!)
Sempre desconfio dos que se apegam demais a uns e a outros. Dos que criam um número excessivo deles. Pra mim o mais claro sinal de loucura, de desequilíbrio mental.
Os dois passaram a ser por demais destacados, cuidados, amados, endeusados: terapias para os males modernos? Gostava da época em que não eram mais que adereços corriqueiros de um lar: comiam as sobras, dormiam num canto qualquer da cozinha, e se vacilassem recebiam um troco conforme fosse o humor dos habitantes: um afago ou um chute, um osso ou um grito...
Winston Churchill afirmava que “os gatos são os únicos animais que nos olham de cima pra baixo”. Patrícia Highsmith dizia que “um cachorro pode ser utilizado ou comandado, mas um gato não obedece ordens.” Os escritores de literatura policial e de mistério sempre foram fanáticos por eles: Edgar Allan Poe e sua esposa Virgínia dormiam com um siamês lhes aquecendo os pés (e quem não se lembra do seu tenebroso conto “O gato preto”?), Raymond Chandler sempre escrevia com seu felino sobre a escrivaninha, o monumental Simenon frequentemente era fotografado com seu enorme persa negro, nossas Lygia Fagundes Telles e Clarice Lispector eram devotas confessas dos bichanos, João Guimarães Rosa também...
O escritor francês Roger Grenier escreveu um livro belíssimo, Das dificuldades de ser cão (aqui saiu pela Ed. Cia das Letras em 2002), sobre cachorros de literatos famosos: do mitológico Argos, de Ulisses, ao vira-lata mestiço de Thomas Mann; cães para todos os gostos.
Entre os escritores cearenses conheço as preferências caninas do amigo Airton Monte e a idolatria saudável da bela Tércia Montenegro por gatos. Já a queridíssima Ana Miranda reparte seu coração e sua casa grandes igualmente para cães e gatos.
Eu, modestíssimos escritor de província, prefiro gatos a cães. Precisamente pelos que os felinos têm de mais humano: os defeitos. E não gosto muito de cachorros talvez pelo simples fato de que um dia, na infância, fui mordido na canela por um magro vira-lata branco.





sábado, 19 de maio de 2012

IV Seminário SESC Revelando a Literatura Cearense : Francisco Carvalho (21 e 22 de maio)

Clique na imagem para ampliar!


Programação Detalhada

Dia 21 de maio (segunda-feira) - 19 às 21h
Abertura - Sr. Luiz Gastão Bittencourt da Silva, Presidente do Sistema Fecomércio
Biografia Afetiva: O Sr. Verso - Silas Falcão (Escritor, pesquisador da obra literária de Milton Dias, Diretor de Eventos da Associação Cearense dos Escritores (ACE), Membro da Academia de Letras de Crateús (ALC) e do Abraço Literário, do SESC.
A Pastoral Poética de Francisco Carvalho - Batista de Lima (Escritor, membro da Academia Cearense de Letras (ACL), Professor da UECE e da UNIFOR, Mestre em Literatura pela UFC.
Momento Poético - Grupo Converso

Dia 22 de maio (terça-feira) - 19 às 21h
Abertura – Ana Néo (cerimonialista)
Os Diálogos Poéticos de Francisco Carvalho – Carlos Vazconcelos (Escritor, graduado em Letras pela UECE, Mestrando em Literatura pela UFC, Membro da Ceia Literária, do Abraço Literário e da Associação Cearense dos Escritores (ACE)
Esquete: A Ciência não gosta de rir - Airton Soares e Eudismar Mendes
Momento Poético - Ricardo Guilherme
Coquetel

TEATRO DO SESC EMILIANO QUEIROZ
AV DUQUE DE CAXIAS 1701 – CENTRO
19 ÀS 21 HORAS – GRATUITO
INSCRIÇÃO LIMITADA
(85) 3452.9090 com LÚCIA MARQUES
(luciamarques@sesc.ce.com.br)

Lançamento da Exposição "Xilógrafos do Juazeiro", coleção Geová Sobreira, no Museu do Ceará (21.5)

Clique na imagem para ampliar!


Exposição Xilógrafos do Juazeiro - Coleção Geová Sobreira
Curadoria: Gilmar de Carvalho
Lançamento: 21 de maio de 2012 (segunda-feira), às 18h30
Local: Museu do Ceará (Rua São Paulo, 51, Centro – ao lado da Praça dos Leões)
Informações: 3101.2609

Abertura com o concerto "Raízes Nordestinas da Música Brasileira"
(Daniel Sobreira, viola e violão clássico; Eugênio Matos, teclado e Jhony Rodergas, perscussão). Será servido coquetel.

O estacionamento no Centro é liberado a partir das 18 horas. 
                                                             
         Sobre a exposição e o Museu do Ceará: Nesse janeiro de 2012, o Museu do Ceará, primeira instituição museológica criada pelo governo do Estado, acabou de completar 80 anos, perfazendo uma história de reveses, conquistas e desafios ao longo de sua trajetória. Esse é um momento de comemorar sua vitalidade, apesar dos percalços, e de planejar o futuro, com o intuito de garantir uma existência longeva e criativa, promotora da reflexão crítica acerca dos caminhos da sociedade cearense, que contribua para o respeito à diversidade cultural que nos caracteriza, mas nem sempre nos aproxima dos outros e de nós mesmos.
           Como parte desse momento comemorativo, mas também de autoanálise, recebemos a mostra Xilógrafos do Juazeiro - Coleção Geová Sobreira, como um grande presente de aniversário. As “pérolas” recolhidas por esse colecionador cearense, antes restritas aos que chegavam a sua casa em Brasília ou aos que percorriam as páginas do livro homônimo que lançou, com duas edições, podem ser vistas nas vitrines de um museu pela primeira vez, como também no catálogo que ora temos em mãos, acompanhadas de textos muito elucidativos sobre a produção xilográfica no Ceará, elaborados pelo curador Gilmar de Carvalho, o próprio Sobreira e pelos professores Eduardo Diatahy Bezerra de Menezes e Paulo Elpídio de Menezes Neto.        
       Os tacos e impressões dessa coleção nos permitem refletir sobre o imaginário sertanejo, do qual os cearenses são parte, pelas mãos habilidosas dos velhos mestres como Inocêncio Medeiros da Costa (Noza), João Pereira da Silva, Antônio Batista da Silva, Walderêdo Gonçalves, Damásio Paulo de Oliveira e Manuel Santeiro. A nós, da equipe do Museu do Ceará, cabe-nos receber esse belo presente e agradecê-lo ao compartilhá-lo com o público.
         
                                                                                                        Cristina Rodrigues Holanda

Governo do Estado do Ceará
Museu do Ceará
Associação dos Amigos do Museu do Ceará

quarta-feira, 9 de maio de 2012

"Coisas Engraçadas de não se Rir XVIII: Fiquissões", crônica de Raymundo Netto para O POVO (09.5)



O escritor é um bom fingidor, finge tão completamente que mente e só mente... Quem passa pela experiência da graça de conviver com qualquer um desses indivíduos, os tais escritores, há de compreender exatamente tudo que de já relatarei nesta crônica. Lembrando, por autopreservação, que o ser “escritor” perpassa um caminho que vai do ser alfabetizado ao ser encantado.
Tinha até decidido: não mais escrever sobre os “colegas”, entretanto, traindo a mim mesmo, para não perder o hábito e como expiação de meus originais pecados, teimo em fazê-lo. Mas que, por favor, ninguém me perdoe por isso.
O escritor, senhores e senhoras, é um herói, uma vítima, no sentido antropológico, logicamente por assim dizer, de suas próprias ficções.
Assim, principalmente entre os poetas encontramos os performáticos: os que gritam, cheiram e xingam mais do que escrevem. Aliás, alguns ditos escritores chamam mais atenção não pela produção, quando se tem uma, mas pela sujeira de seus trajos, pelo mau hálito — curiosamente esses gostam de cochichar aos nossos ouvidos —, pelas axilas peludas — em mulheres, claro — ou coisas desse tipo, ou simplesmente pela habilidade insuperável de abrir barracos em mesa de bar, de ser inconveniente ou de pedir dinheiro emprestado a fundo perdido.
Outros desfiam, em torturosas horas, detalhe a detalhe de seu inédito romance. Anos há e esse romance interminável é o seu assunto preferido de mesa de bar, a ponto de, não suportando mais, os amigos o aconselharem a publicação de um áudio-book.
Temos os experimentalistas, falo dos bons, os que conhecem aquilo que arrevesam, mas que acham incompreensível a incompreensão de seu leitor a nada entender. Ora e era preciso?
Citamos agora aqueles tipos que anunciam viagem a convite de palestra para os mais distantes países do mundo, porém, surpreendentemente, os encontramos em supermercados em compras na madrugada ou em imperdíveis eventos noturnos, de boina, sobretudo e com o pescoço em cachecol. Ainda pior é aquele cujos vizinhos, também sabedores de tal convite de viagem, o estranham por trás de barricadas em seu próprio apartamento, enquanto pregado à porta o bilhete confirma: “Estou na Itália!”
Alguns se dizem completamente obcecados pela literatura, leem os clássicos e escrevem o dia inteiro, visitam os blogues, assinam periódicos, elaboram resenhas e ninguém sabe que existem, enquanto há aqueles que escrevem pouco e ruim, leem só os vendáveis e publicam em quase todas das nossas poucas editoras a título do bicho-papão da literatura infantil.
Temos aqueles que adoram editais e por eles estão sempre publicando, enquanto há outros que detestam editais e por mais que participem não ganham um.
Talvez os mais curiosos escritores sejam aqueles cuja obra se resuma a única, sem passado nem futuro, aquela encomendada a alto custo para ectoplásmica pena. Ou mesmo aquele que, no intuito de injustificada e vaidosa autoproclamação e sem a possibilidade de vomitar sequer quadrinhas infantis, escreva pesquisa inútil sobre calçadas, brasões, bandeiras ou presídios e, a partir desse momento, passe a sonhar com o pescoço envergado por medalhão de Academia.

Raymundo Netto. Contato: raymundo.netto@uol.com.br

segunda-feira, 7 de maio de 2012