domingo, 13 de setembro de 2009

Um Poeta de Meia-Tigela expõe em Mostra de Poemas Visuais em Rio Grande do Sul

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O poema visual "Labirinto" de autoria do cearense poeta de Meia-Tigela encontra-se como parte da MOSTRA POEMA VISUAL - Espaço Arte Um Feevale, em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, sob curadoria de Carmem Salazar e Cristiano Rosa.

"Labirinto" pertence ao "CONCERTO Nº 1NICO EM MIM MAIOR PARA PALAVRA E ORQUESTRA", 3º Movimento, Livro 4, Seção 4.

Mais informações sobre a Mostra no endereço: http://carmemsalazar.blogspot.com

Vila Poesia apresenta "Em Casa, com Vinicius" no CCBNB (15.09)


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2º Sorteio AlmanaCULTURA de livros de autores cearenses - ROMANCES

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O blogue AlmanaCULTURA presenteia seus leitores com o sorteio de 01 kit de ROMANCES, para edição de setembro,: (1) Yuxin: alma, último lançamento de Ana Miranda, (2) Um Conto no Passado: cadeiras na calçada, livro de estreia de Raymundo Netto (ganhador do I Edital de Incentivo às Artes da SECULT, 2004), (3) Rita no Pomar, de Rinaldo de Fernandes (finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, 2009) e Exuberante Pós-Nada: itinerário ilógico da razão, de Astolfo Lima Sandy (ganhador do IV Edital de Incentivo às Artes da SECULT).

Para participar do sorteio, basta deixar, em forma de comentário, na postagem da promoção (no blogue) o e-mail de contato (de outra forma não teremos como fazer contato para o envio dos livros) e citar três livros (em qualquer gênero e de qualquer época) de autores cearenses. Quem participou do sorteio de agosto, favor, não repetir as indicações nem citar seus próprios livros (deixem que seus leitores o façam).

O sorteio será realizado ao final do mês de setembro e o resultado divulgado por meio do blogue.

O sorteado receberá os livros AUTOGRAFADOS pelos autores.

Importante: os "seguidores" (até o final do mês) do AlmanaCULTURA terão, independentemente de inscrição ou comentário, a oportunidade de participar do sorteio mensal de 1 (hum) livro de autor cearense, inclusive de algumas raridades.

(*) Rinaldo, embora não seja cearense (é do Maranhão), graduou-se em Letras pela Universidade Federal do Ceará.



Participe e divulgue a Literatura Cearense,

seja um parceiro do AlmanaCULTURA:

http://raymundo-netto.blogspot.com/

sábado, 12 de setembro de 2009

Grande Lançamento de "Rita no Pomar" em Fortaleza (16.09/ quarta-feira)



Data: 16 de setembro de 2009 (quarta-feira)
Horário: a partir das 19 até às 20h
Local: Café Lua da Livraria Lua Nova (Av. 13 de maio, 2861, Benfica, Altos)
Apresentação da Obra e do Autor: Tércia Montenegro (premiada contista e professora do curso de Letras da Universidade Federal do Ceará)
Preço do livro ESPECIAL para o lançamento: R$ 25,00 (vinte e cinco reais)
Contatos com o autor: rinaldofernandes@uol.com.br

Sobre a Obra: Indicado para o Prêmio São Paulo de Literatura e, em sua primeira fase, para o Prêmio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura, "Rita no Pomar", romance de estréia de Rinaldo de Fernandes, tem posfácio de Silviano Santiago.
O cenário onde se passa parte do romance é a fictícia praia do Pomar, no litoral sul da Paraíba, cobiçado pela indústria turística, onde se constrói um imenso resort. Este, porém, é apenas um aspecto do livro. O mais importante dele, conforme indica o crítico Silviano Santiago, além da forma bem elaborada com que a história é narrada – com fragmentação, enredo não-linear e muita força na oralidade –, é Rita, uma das personagens mais ricas da literatura brasileira atual (“pelo direito do gênero, é prima de Macabéa”).

O enredo, que se passa ainda em São Paulo, guarda um grande mistério envolvendo a vida da personagem, uma paulistana que, após um acontecimento crucial em sua vida, passa a viver, com seu cachorro Pet, na paradisíaca praia do Pomar. A trama do romance é tecida em três planos: o principal, o da interlocução da protagonista Rita com o cachorro Pet (que sugere um longo monólogo); o do diário de Rita anotado numa agenda; e ainda o de pequenos contos autobiográficos da protagonista que aqui e ali aparecem. Uma grande surpresa sem dúvida.

Sobre o Autor: Rinaldo de Fernandes, além de romancista, é contista premiado (obteve o Prêmio Nacional de Contos do Paraná em 2006), antologista e professor de literatura da Universidade Federal da Paraíba. Autor de O perfume de Roberta (contos – Garamond/RJ, 2005) e organizador, entre outras, das coletâneas Chico Buarque do Brasil (Garamond/RJ, 2004), Contos cruéis (Geração Editorial/SP, 2006) e Capitu mandou flores (Geração Editorial, 2008).

Editora 7Letras:

R. Goethe, 54, BotafogoRio de Janeiro - RJ/ CEP: 22281-020 Fone: (21) 2540.0076
www.7letras.com.br

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Homenagem de Raymundo Netto a Juca Fontenelle, em O POVO



Crônica

Viçosalianas

Raymundo Netto especial para O POVO em 11.09.2009

Ao amigo Ronald e seus irmãos Tereza, Adail, Helder, Ana Maria, Juarez e Dario umas poucas palavras em respeito a outras.


Não há nada no mundo que me fale mais ao coração do que a surpresa de “humanidade” em alguém. No corre-corre de todos os nossos dias fabris, o tempo não permite que descubramos, entre tantas mazelas e idiossincrasias, a frágil beleza do ser. Daí, sempre dizer: “Posso perder tudo, menos as pessoas.”

Há tempos, uns quatro anos, recebi por presente, um livro: “Viçosalianas”. De cara, fiquei curioso do título, cujo autor, Juca Fontenelle, um senhor de oitenta e cinco anos, “viçosense de excelente cepa”, me ofertava “com apreço” em letras tremulantes de vida e histórias.

Foi numa tarde de calçadas, acompanhado de ninguém, que o li.

Um livrinho de título “deveras estrambótico” dedicado, “de modo especial”, à esposa Nilza e cujos donos seriam seus filhos, “verdadeiros achados”, que o incentivaram a escrever, pelo desejo, cria, de ver seu nome em “letra de forma” na capa.

Do livro, nos salta Viçosa do Ceará, às terras do Lambedouro, “o único lugar no mundo onde o Céu e o Cemitério são vizinhos”. Foi ali que nascera, em 1920. Dentre as narrativas viçosalianas, Juca conta e reitera o orgulho do início da leitura por intervenção da mãe, D. Rosa, descendente e representante de uma linhagem de professores.

Já casado, e para garantir a educação dos filhos, veio a Fortaleza. Trabalhou com o contista Moreira Campos no Centro de Humanidades da Universidade Federal do Ceará, e, passado mais algum tempo, no Campus da Pici, até a chegada indesejável da “expulsória”, como diz da compulsória.

Sempre afirmando sua preguiça de escrever, escreve, tomado por memórias vivas, pilhérias, lendas e causos da cidade natal. Entre tantos, e outros relembramentos, conclui: seus amigos morreram cedo, ou ele é que vivera tempo demais.

Em “A Beata e o Inferno”, Juca descreve uma mulher fervorosa e hipocondríaca, que, como outras, transforma a religião em “filosofia religiosa para uso privado”, chegando ao exagero de, quando da passagem de três padres de outras paróquias na cidade, dar um jeito de se confessar com os três.

Em “Afilotar”, lembra Filomena, ou melhor, Filó, uma mulher já estabelecida no “caritó”, rotineiramente convidada para tomar conta das filhas alheias nas festas em que os pais não poderiam estar presentes. Com o tempo, nos bailes, habituou-se a ouvir das mocinhas a seus pretendentes, naquele linguajar colorido de interioranos: Só danço a Filó “tando”. Essa ladainha, exigência paterna, ecoava pelos salões: Só danço a Filó “tando”, Só danço a Filó “tando”. Foi quando um rapaz mais ousado, e entupido de coragem de garrafas, agarrou a jovem pela cintura e respondeu: “Pois sim, que eu também sei afilotar!”

Há também o caso do padre com mania de receitar à freguesia. Durante a procissão uma beata começa a espirrar e ele, imediatamente, indica-lhe um chá. Ela desdenha, diz que não carece de tal chá, pois tem fé em Deus, e pronto. O Padre retruca: “Ter fé em Deus é muito bom, minha filha, mas é sempre mais seguro tomar o chá!”

Conta do Eudes, um analfabeto, a relatar que um velhinho da cidade morreria a qualquer momento, pois estaria vitimado de um dos “três quês” que matam: queda, catarro e caganeira. Juca o emenda: “Mas, Eudes, caganeira não se escreve com ‘q’...”. Eudes coça, então, a cabeça e responde: “Isso eu não sei, mas que a bichinha mata, mata!”

Outros casos são o de José Avelino que, atravessando uma noite escura de chuva de pingos tão grossos que bastava um para banhar-se por inteiro, decidiu abrigar-se no telheiro da “Cruz do Soldado”, quase matando um “caboclo” de susto, certo de estar diante de alma de outro mundo, e o da Câmara de Vereadores de Viçosa que, durante a I Grande Guerra, decidiu declarar combate à Alemanha.

Enfim, a obra é polvilhada de crônicas e narrativas de uma Viçosa do tempo em que não havia carro nem estrada e em que as almas, em dia de finados, se divertiam ao som da vitrola-de-gabinete do seu Afonso Marques, de inocentes passeios no açude, do Chinoca, do Zévictor Fontenelle, do Dedé Fontenelle Pacheco, do Assis Pindaíra, do Padre Carneiro, das reuniões em torno dos noticiários da BBC por um rádio a bateria no Bar do Aluísio (nas quais os moradores acertavam os relógios), do Chico Caldas, do Antônio Urano, do exótico Pedro Bozon, do Alfredo Miranda, tocador de pífano de taboca e proprietário da famosa “Casa dos Licores”, do “caminho do caranguejo”, das aventuras de caçador de Mané Pereira, do Chico Jacaré, dos casos de crimes e das procissões, dos sítios (Olaria, Jaguaribe, Cujá, Cacimbinha...), das festas dançantes no “Gabinete Viçosense de Letras”, do Saldanha, o fuxiqueiro, do jumento do correio aos domingos, da Pedra do Itaguruçu, das desmemórias de João Sacristão, do Clube Roial (sic), da história do papagaio que se chamava... papagaio! e de tantas outras mais ilustradas por fotos do casario antigo da viçosaliana cidade queridinha do Juca.

Pois sim, soube, há apenas duas semanas, que o Juca deixou “sempiternamente” a Aldeia do Ibiapaba. Foi numa quadra de abril. Soube também que estava prestes a lançar um segundo livro e que iriam emprestar seu nome, em homenagem, à Escola Estadual de Educação Profissional de Viçosa.

Fiquei triste. Apesar de gentil convite, postergado pela pressa, toda a boa conversa que poderia ter com o Juca, ficou de restos naquela calçada, naquele dia de mais ninguém.

Que os bons ventos e as vozes “ararenas” da Vila Viçosa Real d’América levem essa crônica-lamento, e que ela flua suave pela sua Lamartine Nogueira, por seus vales de águas em bicas perenes, por sua lagoa doce de mel redondo, pelas folhas das mangueiras da Clóvis Beviláqua, terra do Céu adormecido encimado por Cristo iluminado em redenção, até cobrir d’ouro lustrado as tijoleiras de sua Matriz.

José Victor Fontenelle Filho (1920-2009). Autor de Viçosalianas. Teve diversas participações no “jornal do leitor” de O POVO.

Raymundo Netto. Contato:
raymundo.netto@uol.com.br
Blogue AlmanaCULTURA:
http://raymundo-netto.blogspot.com

sábado, 5 de setembro de 2009

"Os FitoManos" de Raymundo Netto em "Luau da Paz"

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"O Jardim do Theatro" crônica de Ana Miranda para o jornal O POVO

O belíssimo Theatro José de Alencar
Foto: acervo Raymundo Netto

Foi o arquiteto e paisagista Ricardo Bezerra quem me deu uma pequena publicação sobre os jardins do theatro José de Alencar. Estive ali faz pouco tempo, e fiquei surpreendida pelo que vi. Em torno, uma cidade noturnamente abandonada, pessoinhas perdidas a vagar, talvez pensando em como ganhar a vida, como perder a vida. E depois das grades a maravilhosa arquitetura de ferro, uma delicadeza Art Nouveau, vitoriana, o theatro, emoldurado por um jardim lindo, obra de arte nascida do grande Burle Marx.

Burle Marx foi um inovador, nos anos 1960 ele já falava em ecologia e preservação, denunciava desmatamentos, queimadas... e fundou um olhar novo sobre nossas paisagens. Decerto recebeu da mãe a sensibilidade e o esmero em sua formação. Ela era pianista, cantora, mulher refinada e culta de família pernambucana. Num casarão paulista a mãe cultivava gladíolos, begônias, antúrios, e uma babá, Anna, ensinava ao menino o segredo do cultivo de plantas. Já morando no Rio, o rapazinho colecionava espécies no quintal e aprendia enxertia, hábitos, reprodução dos vegetais. Um vizinho que era arquiteto de renome observava seu talento e convidou-o a criar o jardim de uma casa que projetara. Era Lúcio Costa. Dessa amizade floresceu o paisagista e o gosto pelo Modernismo. Tarsila do Amaral chamava o rapaz de “poeta das plantas”.

Burle Marx viu, em estufas de jardins botânicos europeus, espécies brasileiras iluminadas por um olhar exótico, plantas que aqui eram desprezadas, eram “mato”. Os jardins brasileiros seguiam concepções clássicas, como as de mestre Valentim, do século 18, Glaziou, e os parques, vergéis de quintas, palacetes, nasciam de inspiração francesa e inglesa. Só em meados do século vinte apareceram em nossos jardins as primeiras helicônias, marantas, filodendros, da flora tropical. Burle Marx disse que foi a leitura de Os sertões, de Euclides da Cunha, que abriu seus olhos para a nossa flora, e o levou a descobrir essa riqueza em viagens por diferentes regiões do Brasil. Em 1934, um de seus primeiros trabalhos, aos vinte e cinco anos, foi a praça Euclides da Cunha em Recife, onde criou um bosque educativo com plantas do sertão nordestino, povoado de macambiras, xique-xiques, mandacarus...

Trabalhou muito no Nordeste. Nos anos sessenta fez seu primeiro jardim em Fortaleza, na residência de Benedito Macedo, começando aí o paisagismo moderno de nossa cidade. Depois fez paisagens para as avenidas Aguanhambi, José Bastos, para o Palácio do Bispo... Deixou brilhantes discípulos, como Ricardo Marinho. Em 1973 ele criou para o theatro um jardim contemplativo, que emoldurava e valorizava a edificação, usando espelho d’água, canteiros, calçadas, jucás, pau-ferro, oitizeiros, leques-de-fiji, pau-brasil florido de amarelo, e a lindíssima cascata de tumbérgia a cobrir o árido paredão de um prédio vizinho. Esse jardim, de difícil manutenção, durou pouco. Nos anos noventa o governador Jereissati teve o bom gosto de convidar Violeta Arraes para secretária de Cultura, e essa cearense do Crato, figura de grande valor para nossa história, reformou o theatro e convidou Burle Marx para refazer o jardim, em conceito mais utilitário. É o jardim que vemos hoje, histórico, com todo o esplendor.

Com a percepção de um artista, conhecimento de botânica, de ecologia, com o ideal de anotação de nossas espécies, e de educação ambiental dos moradores das cidades, Burle Marx fundou um novo conceito de jardim, que ao mesmo tempo é paisagem de nossa flora e presença respeitosa na cidade, a vesti-la de beleza. Como um pintor ele cria manchas coloridas, arranja pedras, cascatas e espelhos, harmoniza volumes... Ordena sutilmente a paisagem, almejando despertar o amor pela natureza. E, realmente, alguns de seus jardins provocam uma admiração tão imensa que nos deixa amorosos e suspensos.

Ricardo Bezerra, que é também músico, multiartista como Burle Marx, faz parte de um grupo que pesquisa jardins desse nosso paisagista maior, num trabalho que cumpre a Carta de Florença, firmada nos anos oitenta, para recuperação, restauração, preservação dos jardins históricos em todo o mundo. Um jardim não é apenas um jardim... Ele é higiene, educação e arte. Ameniza o clima e purifica o ar, acalma, civiliza, é meio de instruir e transmitir conhecimentos, e manifesta cultura, saber, arte. Oferece ao morador da cidade o contato com a natureza, e, mais profundamente, um encontro com nosso paraíso perdido.

ANA MIRANDA é autora de Boca do Inferno, Desmundo, Dias & Dias, Yuxin, entre outros romances, editados pela Companhia das Letras. Contato: amliteratura@hotmail.com.

Resultado do Sorteio AlmanaCULTURA de AGOSTO!

Raymundo Netto, Cristina Paiva (Café Lua), Urik Paiva, Lucíola Limaverde e Alan Santiago
aproveitando o encontro para uma conversa.

A hora do sorteado!

A dedicatória para o ganhador

Conforme anunciado, o sorteio de AGOSTO do kit de livros para leitores e seguidores do AlmanaCULTURA aconteceu no Café Lua, às 19h30 do dia 2, com a presença de alguns dos autores que cederam gentilmente seus livros para que pudessemos presentear nossos amigos.

O resultado do sorteio:

Ganhador do kit composto por 4 livros de contos de autores cearenses (todos premiados por editais do Estado e de Fortaleza): Antônio Filho (também escritor, autor de O Sapo de Sapato, título da coleção coordenada por Kelsen Bravos para o PAIC)

Ganhadora do livro Mundo dos Vivos (livro de contos, também premiado): Solange Benevides (poetisa, participante do Templo da Poesia)

Por serem muito próximos, os ganhadores poderão optar em receber os livros diretamente. Mas poderão receber por correio, se preferirem. Aguardo um e-mail.

Neste mês de setembro, outra promoção virá. Aguardem!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

"Vida e Educação: a revista da educação básica" da Editora Brasil Tropical

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Há cinco anos no mercado, a revista Vida e Educação é uma publicação bimestral especializada em educação básica. Sob a responsabilidade da Editora Brasil Tropical, com sede em Fortaleza, a publicação, de elevado nível de projeto gráfico, é composta, na maior parte, por selecionados artigos de professores da educação superior e da educação básica e/ou de pesquisadores e escritores que dialogam com temas transversais à educação.


Em sua 25ª edição, a Vida e Educação aborda, entre outros assuntos, a primeira infância, a educação a distância, a neuroeducação e experiências educacionais que se destacam pela utilização de recursos como a literatura de cordel ("Aprendendo a versejar").


Dentre os principais temas deste número: entrevista com Vital Didonet, especialista em educação infantil e coordenador da Secretaria Executiva da Rede Nacional Primeira Infância; as vantagens e os desafios da educação a distância para o ensino superior (tema do II Seminário UFC de Administração em EAD, nos dias 3 e 4 de setembro); entrevista com Vicente Martins, mestre em educação, abordando as causas neuropsicológicas relativas à linguagem escrita; a dificuldade de inserção no mercado de trabalho; o uso do cordel como ferramenta para incentivo à leitura e à escrita, em matéria com o cordelista Crispiniano Neto, Secretário da Cultura do Rio Grande do Norte. Há muito mais em Vida e Educação.

Para envio de sugestões, críticas, propostas de artigos e assinaturas da revista, entre em contato com a redação da Brasil Tropical:

Fone: (85) 3214.6971 ou

e-mail: redacao@vidaeducacao.com.br

Vale a pena conferir!