terça-feira, 22 de novembro de 2011

Lançamento "Ceará Escrito à Luz", de Francisco Souza, no MAUC (24.11)


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Ceará Escrito à Luz, do fotógrafo Francisco Souza, é um dos ganhadores do
Prêmio Literário para Autor(a) Cearense da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará - 2010
Prêmio J. Ribeiro, Álbum/Livro de Arte.

Lançamento "O Mar e a Palavra", de Arminda Serpa, Livraria Lua Nova (24.11)

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O Mar e a Palavra, de Arminda Serpa, é um dos ganhadores do
Prêmio Literário para Autor(a) Cearense da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará - 2010, 
Prêmio Caetano Ximenes Aragão, POESIA.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lançamento "História MIS", do Museu da Imagem e do Som do Ceará (24.11)


Lançamento
Data: 24 de novembro de 2011, às 10h (quinta-feira)
Local: Auditório do Museu da Imagem e do Som do Ceará (Av. Barão de Studart, 410, Meireles)
Fone: (85) 3101.1207

O que é o História MIS?

É um projeto do MIS-CE que pretende ser o elo entre o passado e o futuro, através do presente, mostrando valorosas entrevistas distribuídas em 4(quatro) livros. São 23 (vinte e três) contemplados, entre historiadores, filósofos, coreógrafos, poetas, escritores, pesquisadores, radialistas, jornalistas, cantores, atores, dramaturgos e demais profissionais. Os relatos de momentos importantes de nossa história feitos pelos protagonistas dos acontecimentos, os documentários de cunho biográficos que acompanham estas publicações, as ilustrações dos acervos guardados pelos próprios depoentes, tudo isto, faz desta obra um trabalho histórico de alto valor.

Publicações Histórias MIS com entrevistas e documentários biográficos em DVD:
Volume 1: Angela Gutiérrez, Gilmar de Carvalho, Christiano Câmara, Flávio Sampaio e Ricardo Guilherme
Volume 2: Pedro Salgueiro, Sérvulo Esmeraldo, Oswald Barroso, Tom Barros, Dora Andrade e Virgílio Maia
Volume 3: Batista de Lima, Zenilo Almada, Linhares Filho, Manfredo de Oliveira, Narcélio Limaverde e Pedro Alberto
Volume 4: Augusto Borges, Ary Sherlock, Ayla Maria, Horácio Dídimo, J.C. Alencar Araripe e Murilo Martins

Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Museu da Imagem e do Som - MIS

domingo, 20 de novembro de 2011

Lançamento "A Tela Prateada", de Ary Bezerra Leite, na Livraria Cultura (21.11)


A Tela Prateada:
cinema em Fortaleza – 1897 a 1959
Do cinematógrafo aos anos 50
de Ary Bezerra Leite

Série Memória da Coleção Nossa Cultura da
Secretaria da Cultura do Estado do Ceará

Data: 21 de novembro de 2011 (segunda-feira)
Horário: 19h
Local: Livraria Cultura (shopping Varanda Mall, av. D. Luiz, 1010, Meireles)
Apresentação da entrevista-palestra com o autor: Raymundo Netto (coordenador editorial da SECULT)
Mediação: Socorro Acioli, jornalista e escritora.

Sobre a obra: Vasta pesquisa sobre a história de cinema cearense, A Tela Prateada traz informações, além de textos de jornais, reclames, histórias curiosas, ilustrações, programações e tudo no estilo do grande pesquisador e cinéfilo Ary Bezerra Leite. A Tela Prateada, desde já, é referência obrigatória para quem quer conhecer a trilha do nosso cinema. Imperdível o livro e esse encontro com o seu adorável autor.

Sobre o Autor: Ary Bezerra Leite foi redator e diretor artístico das emissoras Rádio Iracema e Rádio Uirapuru de Fortaleza, assessor da Rádio Assunção, redator de cinema no jornal Gazeta de Notícias e colaborador em O Povo. Foi diretor do Cine Clube de Fortaleza, membro fundador do Cine-Clube EBAP (Rio de Janeiro) e da Federação de Cine-Clubes do Rio de Janeiro. Formado pela Escola Brasileira de Administração Pública, da Fundação Getúlio Vargas (RJ), com especialização na École Nationale d'Administration - ENA, Paris, e mestrado na University of South Dakota. Exerceu cargos de direção na Universidade Estadual do Ceará, Secretaria de Educação, da Cultura e da Administração do Estado do Ceará, dentre outros, e integrou o Conselho de Cultura do Estado. É membro da Academia de Ciências Sociais do Ceará, desde 1988. Foi homenageado durante o V Cine Ceará - Festival Nacional de Cinema e Vídeo, em 1995. Recebeu a comenda "Prêmio Patativa de Arte e Cultura", concedido pela Prefeitura Municipal de Fortaleza / Fundação de Cultura, Esporte e Turismo - FUNCET, em 2002, a medalha dos 30 Anos da UECE, na modalidade de Mérito Educacional, em 2006, e a Comenda Adhemar Albuquerque, da Associação Cearense de Cinema e Vídeo, por serviços prestados ao Audiovisual Cearense, em 2008. É autor de Fortaleza e a Era do Cinema, vol I :1891-1931 (Secretaria da Cultura e Desporto do Estado do Ceará) entre outros.

Apoio Cultural
Secretaria da Cultura do Estado do Ceará
Livraria Cultura



sábado, 19 de novembro de 2011

"I Feira da Rota das Especiarias", aberta aos escritores (25.11)


A fotossíntese arte-comunicação [http://www.fotossintese.com.br/], 
sob coordenação da poeta e produtora Katiusha de Moraes
autora de, Fábrica de Asas, apresenta:

I Feira da Rota das Especiarias [http://www.rotadasespeciarias.art.br/
na próxima sexta-feira, 25 de novembro, a partir das 18 horas, na praça Gentil Barreira, 
na 13 de Maio (Nova Praça da Gentilândia, em frente ao "Cantinho Acadêmico").


Lançamento do livro Temperos Literários – Antologia,
organizado por Katiusha de Moraes, Carlinhos Perdigão e Mardônio França, 
a partir das oficinas ministradas a estudantes das escolas estaduais de Ensino Médio em Messejana, Cidade 2000 e Benfica.

Haverá debates, exposição de vídeopoemas, show musicais,
performances poéticas e jam poesia.

Qualquer escritor poderá participar da Feira, comercializar e divulgar suas obras literárias.
Participe, traga o seu tempero!
Inscreva-se por meio do endereço:
http://www.calameo.com/books/000996320ec6712ef1474

Prazos para envio de inscrição:

* 1ª feira: Nova Praça da Gentilândia - até 22 de novembro.
* 2ª feira: Praça Central de Messejana - até 29 de novembro.
* 3ª feira: Praça da Av. Flamboyant (Cidade 2000) - até 06 de dezembro.

Após o prazo de inscrição, os participantes serão informados sobre as normas e horários dos eventos.

Duvidas? Envie email para: rotasliterarias@gmail.com




"Nossa História, Nossos Autores", antologia da Scortecci, abertas inscrições


Antologia de Poesias, Contos e Crônicas
Nossa História, Nossos Autores
Edição Comemorativa dos 30 Anos da Scortecci

Estão abertas as inscrições de participação na Antologia Nossa História, Nossos Autores - Edição Comemorativa dos 30 anos da Scortecci.

Participação:
200 (duzentas) vagas, em dois volumes, com até 400 páginas cada, ou a data limite de 30 de novembro de 2011, o que completar ou atingir primeiro.

Características da obra:
Formato 14 x 20,7 cm, capa 4 cores (papel supremo 250 gramas), miolo papel 75 gramas offset branco, com ISBN e Ficha Catalográfica.

Regulamento:

A antologia será editada em ordem alfabética por nome de Autor, que poderá usar ou não nome literário.
O tema é livre. Não há obrigatoriedade de ser inédito. Não é concurso e todos os participantes terão seus trabalhos publicados.
Poderão participar escritores residentes ou não no Brasil. Os trabalhos deverão ser em língua portuguesa (de acordo com a nova ortografia), o que não impede o uso de termos estrangeiros no texto.
O Autor poderá participar com poesias, contos e crônicas, desde que o número de páginas não ultrapasse o limite máximo de 4 (quatro) páginas. O número mínimo é de 2 (duas) páginas.
Na página de abertura de identificação de cada Autor constará uma mini-biografia de no máximo 8 (oito) linhas, com aproximadamente 500 caracteres.

Taxa de Participação:
02 páginas - Preço R$ 300,00 - 2 parcelas de R$ 150,00 - 10 exemplares
03 páginas - Preço R$ 450,00 - 3 parcelas de R$ 150,00 - 15 exemplares
04 páginas - Preço R$ 600,00 - 4 parcelas de R$ 150,00 - 20 exemplares
Cada autor receberá 5 (cinco) exemplares da obra por página.

Forma de Pagamento:
Boletos bancários conforme o número de parcelas.
A Scortecci fará uma pré-diagramação do material enviado e enviará orçamento para aprovação e posterior emissão dos boletos. Não haverá reserva de vagas. Não haverá cessão de direitos autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo a seus autores.
Os Autores responderão sobre plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação ou não autoria da obra, isentando a Scortecci Editora de crime de direito autoral.
Cada Autor receberá por e-mail, para revisão, cópia da composição de seus trabalhos que, uma vez revisados, deverão ser assinados, datados e liberados para impressão. Os textos não devolvidos no prazo estipulado serão impressos conforme cópia do arquivo digital postado no ato da inscrição.
Autores de São Paulo (capital) e Grande São Paulo deverão retirar seus livros de direito na editora após o lançamento, no prazo de até 30 dias.
Autores do interior de São Paulo e outros estados receberão seus exemplares pelo correio, via encomenda normal (PAC), no endereço indicado na ficha de inscrição, no prazo de até 30 dias do lançamento.
Autores residentes fora do Brasil deverão fornecer um endereço no Brasil para recebimento dos livros prontos. Não serão enviados livros para o exterior.

Inscrições somente pela Internet (saber mais detalhes no site da Editora).

 A antologia será lançada em São Paulo, capital, no mês de agosto de 2012, no estande da Scortecci, durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Os Autores inscritos poderão ou não participar do evento de lançamento da obra. Para os interessados na seção de autógrafos, a Scortecci providenciará convites, ingresso e e-mail marketing para divulgação.
Ao fazer sua inscrição, o Autor estará de acordo com todas as regras e valores deste regulamento de participação.

Sobre a Scortecci:
A Scortecci nasceu em agosto de 1982, uma sexta-feira 13, na Galeria Pinheiros, loja 13, na Rua Teodoro Sampaio, em São Paulo, Capital. Edita, imprime e comercializa livros em pequenas tiragens. Possui gráfica própria, livraria, três selos editoriais (Scortecci, Fábrica de Livros e Pingo de Letra) e mais de 50 colaboradores. Em sua história, conserva os mesmos objetivos e propósitos desde a sua fundação: publicar livros, organizar concursos e prêmios literários, realizar recitais e eventos culturais, organizar antologias, promover o conhecimento através de cursos e palestras e fomentar o mundo literário e cultural. Ao longo de sua existência, a Scortecci foi laureada com os mais importantes prêmios literários brasileiros: Jabuti, APCA, ABL e FBN. A sua história está sendo escrita pelos seus autores e suas obras. Razão e essência de sua existência.

Mais informações:
scortecci30anos@scortecci.com.br
Telefones: (11) 3032.1179

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Leitura Mundial de obras do Heinrich von Kleist no Armazém da Cultura



A Casa de Cultura Alemã/UFC e o Armazém da Cultura participarão na leitura mundial de obras do autor Heinrich von Kleist (Frankfurt an der Oder, 18 de Outubro de 1777 – Berlim-Wannsee, 21 de novembro de 1811), que cometeu suicídio aos 34 anos de idade.

Local: Armazém da Cultura (Rua Jorge da Rocha, 154, Aldeota, Fortaleza)
Data: 21 de novembro de 2011
Horário: 16 às 19 h
A leitura em Fortaleza conta com os seguintes representantes:
Artistas do Teatro Máquina, Fortaleza sob a direção de Fran Teixeira
Maria Rejane Reinaldo, pesquisadora da UFBA
Tiago Moreira Fortes, ator e professor no Curso de Licenciatura em Teatro – UFC

Certificado: 4 horas/aula
Inscrições solicitadas: cca@ufc.br e 3366 7643

Importante: devido ao prazo exíguo, será possível também a inscrição no local.


Sobre o Evento: O Festival Internacional de Literatura de Berlim (Internationales Literaturfestival Berlin) e a Sociedade Heinrich von Kleist (Heinrich-von-Kleist-Gesellschaft) incentivaram essa leitura no mundo inteiro com obras deste escritor importante. Atualmente constam 137 cidades no mapa do mundo que participarão do projeto, mais detalhes: http://www.heinrich-von-kleist.org/wwrd/

Sobre von Kleist: Hoje, Heinrich von Kleist é visto como uma figura moderna que, na virada do século 1800, vivenciou as mudanças políticas e sociais da Alemanha e, apesar de ser oriundo de uma família de nobres sempre teve condições de vida muito instáveis. A partir das crises vivenciadas ele desenvolveu as suas ideias e os seus projetos de vida que sempre foram revistos e renovados.

O pensamento de reformar as sociedade e os seus experimentos literários andam paralelamente. Já com 15 anos ele entra no exército prussiano e sai dele quando acabou de adquirir o grau de tenente. Ele cursa filosofia, física, matemática e ciências do estado na sua cidade natal Frankfurt (Oder) e se interessa durante a sua vida toda por técnica, educação e administração.

Kleist foi um nômade, teve várias residências, e durante a sua vida viajou. Nas suas obras narrativas literárias e no teatro ele se destaca por seus antagonismos, tanto na representação das relações humanas e do seu fracasso como também no seu desejo da criação radical de formas. Os protagonistas do Kleist não refletem, não são ensimesmados, eles agem e fracassam na realidade e, até hoje, isso torna atraente as obras de Kleist para os seus leitores no mundo inteiro.

Kleist foi versátil em muitas áreas e compulsivo, ele desejava a felicidade e mantinha um ideal que consistia na sua realização como escritor autônomo, e isso o incentivou. Ele almejava a fama que durante a vida não obteve, como também desejava um ponto fixo na sua vida que apenas encontrou numa “alegria indizível” no seu suicídio encenado.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"Domingo", de Raymundo Netto para o Vida & Arte de O POVO (16.11)



Domingo. Onze horas. Como se marcada hora, barulhentos, acabavam de chegar. Enfileiravam-se à grade branca entreaberta por saudações breves, tomadas de rostos, beijos vãos. As netinhas em cabelos de rabos de cavalos, à frente e com solicitação do pai, apresentavam as bonecas, imediatamente esquecidas diante da tevê na sala.

Os filhos, genros e noras, à cozinha, traziam nos olhos indisfarçáveis traços da preguiça ou da curtida noite alta. Colhiam jornais e a correspondência desviada, cumprimentavam o pai a levantar sorridente da cama — sem omitir saudades — e a mãe a empunhar flores do quintal; puxavam os bancos para o oitão — área mais ventilada — enquanto outros vasculhavam a geladeira em busca das guloseimas que lá já não estavam desde a meninice.

Hora do almoço! Todos tomavam seus lugares, os mesmos e respeitados lugares, pequenas hierarquias. O avô se deliciava à larga cabeceira da mesa de pinho feita à encomenda para caber a família. A avó não sentava enquanto todos não estivessem fartos.

Uma mulher, por trás do balcão americano, com olhos postos à pia no manejo da asa de uma caneca tomada em sabão, ouvia tudo, sabia de tudo, analisava-os, percebia-lhes as mentiras, as vaidades, a disputa entre irmãos pelo amor filial, e assim costumavam seus domingos: fazer o almoço, os pratos de um e de outro, mais pratos, a sobremesa com um doce especial, a correria da criançada a pedir-lhe tudo, sem reconhecê-la nunca, sequer chamar-lhe o nome, e outros pratos. Depois disso, só solidão e silêncio. Notava-se velha e acabada. Não dava mais conta. Sabia-se apenas para servir. E só!

Num domingo diferente, postou-se à cabeceira por trás do avô. Pediu as falas com um sorriso quase terno, a espanar no ar o pano de prato. Na voz rouca e analfabeta desalinhou segredo: pôs veneno! Daquele macarrão tradicional de família, tudo acabaria ali e agora. Pronto era só isso. Desculpassem, mas não ‘guentava mais.

O jovem pai despertou. Correu desesperado por um corredor de soluços, vômitos e gritarias sufocadas em busca das filhas. Na sala, suas menininhas, felizes, limpavam com o bracinho rechonchudo o sorriso lambuzado do molho gostoso, receita da vovó.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

"Vida" (Chico Buarque), momento self-remember do AlmanaCULTURA



Vida, minha vida
Olha o que é que eu fiz
Deixei a fatia
Mais doce da vida
Na mesa dos homens
De vida vazia
Mas, vida, ali
Quem sabe, eu fui feliz

Vida, minha vida
Olha o que é que eu fiz
Verti minha vida 
Nos cantos, na pia
Na casa dos homens
De vida vadia
Mas, vida, ali
Quem sabe, eu fui feliz

Luz, quero luz,
Sei que além das cortinas 
São palcos azuis
E infinitas cortinas
Com palcos atrás
Arranca, vida
Estufa, veia
E pulsa, pulsa, pulsa,
Pulsa, pulsa mais

Mais, quero mais
Nem que todos os barcos
Recolham ao cais
Que os faróis da costeira
Me lancem sinais
Arranca, vida
Estufa, vela
Me leva, leva longe
Longe, leva mais

Vida, minha vida
Olha o que é que eu fiz
Toquei na ferida
Nos nervos, nos fios
Nos olhos dos homens
De olhos sombrios
Mas, vida, ali
Eu sei que fui feliz


Lançamento: Coleção Trava-Língua da APDMCE (Projeto Eu Sou Cidadão - Amigos da Leitura) para 1.500 adolescentes cearenses!

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Data: 16 de novembro de 2011
Horário: 15h
Local: Auditório Celso Furtado (Banco do Nordeste - Av. Pedro Ramalho, 5700, Passaré – Próximo ao Estádio Castelão)

Mais informações:
Bárbara Janiques: (85)4006-4058//(85)9912-0243 e
Amélia Prudente: (85)9603-8179

Sobre a Coleção e sobre o Projeto: a coleção de livros Trava-Língua, de autoria de Arlene Holanda, composta por oito livros, busca resgatar a cultura popular e unir crianças, jovens, adultos e idosos em torno de uma brincadeira que diverte e ensina. Além disso, promove os Objetivos do Milênio (ODMs) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). O material será trabalhado por, cerca de 1500 crianças e adolescentes de 100 municípios cearenses, integrantes do Projeto Eu Sou Cidadão - Amigos da Leitura, e terá a função de levar às famílias a atividade cultural. Não só a escola, mas a família, principalmente, tem papel fundamental na descoberta e no incentivo ao gosto pela leitura das suas crianças. Além de desenvolver o hábito entre os pequenos, o incentivo à leitura pela família cria laços afetivos entre a criança e o adulto, que irão servir de base para o seu pleno desenvolvimento psicossocial. Desde 2002 o projeto Eu Sou Cidadão vem contribuindo com a formação social de crianças e adolescentes e despertando neles a vontade de ler e entender o mundo. A coleção Trava-Língua será mais uma ferramenta que irá colaborar com esse incentivo à leitura e com a formação cidadã desses jovens.

A coleção TRAVA-LÍNGUA foi concebida e elaborada visando aliar os recursos da literatura ao trabalho lúdico-pedagógico com a linguagem. A perspectiva é unir o processo de aprendizagem ao de processo de conhecimento de mundo das crianças. Assim, as oito obras integrantes da coleção possibilitam o trabalho lúdico com a linguagem, associando temáticas presentes nos textos ao conjunto de valores expressos nos temas transversais. As possibilidades de trabalho interdisciplinar são diversificadas: Ciências da natureza, do corpo humano, tecnologias, Matemática, Geografia, História, Filosofia, Artes, patrimônio cultural, meio ambiente.
No campo da linguagem, o trabalho com manifestações da oralidade se constitui numa ferramenta eficiente para a aprendizagem, favorecendo o desenvolvimento de habilidades e competências e estabelecendo uma relação privilegiada entre educador/educando. Nos Parâmetros Curriculares Nacionais há recomendação expressa sobre o uso de trava-línguas nos três primeiros anos do Ensino Fundamental. Os textos que constituem as obras unem os recursos da oralidade aos literários, potencializando o repertório de possibilidades a serem exploradas pelas famílias e pela escola.
O lançamento será acompanhado por 150 crianças e adolescentes, que representarão todos os 1500 atendidos pelo projeto. A Coleção Trava-Língua é uma idealização da Associação para o Desenvolvimento dos Municípios do Estado do Ceará (APDMCE), patrocinada pelo Governo do Estado do Ceará, através do II Edital Mecenas do Ceará, e conta com o apoio cultural da Companhia Energética do Ceará (COELCE).


Abaixo segue a relação dos livros, com seus respectivos ilustradores e resumo bibliográfico:

1 - A Triste História de Três Tigres Tristes

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: Cardoso Júnior

Tigrão, Tigresa e Tigreiro eram três tigres tristes. Nem o fato de serem os astros principais do circo Trianon ou os aplausos que recebiam os alegrava. Tião, o tratador dos tigres, teve pena dos animais e resolveu ajudá-los. Será que Tigrão, Tigresa e Tigreiro deixaram de ser três tigres tristes?

2 - Romeu, o rato que roeu a roupa do rei de Roma

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: Eduardo Azevedo

As aventuras de Romeu, o rato que roeu a roupa do rei de Roma e mudou inesperadamente seu destino. Uma história de suspense e ação, que nos mostra como podemos ser vítimas da nossa própria ambição...

3 - O pinto Pio e a pia que pingava

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: André de Miranda

O pinto Pio piou, piou para avisar que a pia estava pingando. Muita água estava sendo desperdiçada e a torneira precisava ser consertada. Como será que essa história acabou?

4 - O Socó Popó, que coçava sete socós

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: Rafael Limaverde

O socó Popó tinha a difícil missão de coçar seus sete irmãos socós. Não aguentando mais essa “coçassão”, Popó decidiu que precisava fazer algo. A amiga Seriema, solidária ao problema, deu uma sugestão ao socozinho. A solução era bem mais simples do que parecia, e tudo acabou acabando bem.

5 - O tratado da aranha e da rã

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: Sérgio Melo

A aranha e a rã viviam se “arranhando” pelos motivos mais tolos. E quando não havia motivo algum, inventavam ligeiro um. Até que o sapo, vizinho das duas, sugeriu que elas fizessem um tratado. Será que funcionou?

6 - O tatu Tatá taí?

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: Arievaldo Viana

Os tatus Tatá e Teté andavam revoltados com a destruição da mata onde viviam. Será que eles se fecharam em sua toca, para não correr nenhum perigo? Ou será que encontraram uma saída melhor?

7 - A arara Yara, que não era de Araraquara

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: Kazane

Certo dia, a arara Yara descobriu que não era de Araraquara. E que existiam araras iguais a ela vivendo em liberdade, voando pelo céu do Pantanal, comendo coquinhos e fazendo ninhos nos barrancos. Desde então, Yara só pensava em uma coisa: viver como uma arara de verdade, livre de sua gaiola, bem longe de Araraquara.

8 - O sapo Sassá e a sábia sabiá Sinhá

Autora: Arlene Holanda
Ilustrador: Cecília Andrade

O sapo Sassá era o melhor amigo da sábia sabiá Sinhá. Certo dia, Sinhá contou-lhe um terrível segredo sobre as plantações do brejo. O sapinho resolveu investigar e acabou preso em um saco, mas foi libertado pela amiga Sinhá. O que Sassá e Sinhá poderiam fazer para salvar os animais e proteger a saúde dos humanos?