sexta-feira, 1 de abril de 2011

"Rotas das Especiarias: temperos literários" - inscrições abertas até 30 de abril!


Estão abertas as inscrições, até o dia 30 de abril de 2011, para os artistas que desejarem participar como mercador da

Rota das Especiarias – temperos literários –

versão Fortaleza


“Rota das especiarias – temperos literários” é um projeto da Fotossíntese: Arte: Comunicação para a realização de feiras itinerantes de literatura em cidades e bairros marcados pela cultura das feiras populares e pela efervescência cultural.


Os ocupantes das barracas serão, prioritariamente, escritores e artistas independentes, previamente selecionados e distribuídos de acordo com o gênero de sua produção. Após o período de inscrição, os artistas inscritos serão convocados para participar de um minicurso de capacitação sobre estratégias de marketing, utilizando elementos da cultura popular, onde serão informadas as datas e o regulamento das feiras.


Além das barracas, haverá um palco com apresentação de grupos poéticos, grupos musicais, mostras de vídeopoemas, jampoesia (música + poesia), debates e palestras.


A primeira edição, que foi contemplada com no último Edital Prêmio de Incentivo às Artes (Secult-Ce), será realizada nos seguintes bairros: Cidade 2000, Messejana, Benfica e Mercado dos Pinhões. Ainda não há data confirmada para a realização das feiras, mas as oficinas nas escolas públicas acontecerão durante o mês de abril.


As inscrições para os que desejarem ocupar as barracas já iniciaram e vão até o dia 30 de abril somente através do sítio eletrônico:


www.rotadasespeciarias.art.br


Informações: rotasliterarias@gmail.com

Lançamento "Histórias de Beco", de Mayara de Araújo, Prêmio Guilherme Studart da SECULT (8.4)

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Lançamento "Escritos sobre Antônio Conselheiro e a Matriz de Quixeramobim", de Ismael Pordeus, Prêmio Manoel Coelho Raposo da SECULT (6.4)


Escritos sobre Antônio Conselheiro e a

Matriz de Quixeramobim

(ganhador do Prêmio Manoel Coelho Raposo, Selo Editorial, da SECULT)

de Ismael Pordeus


Data: 6 de abril de 2011 (quarta-feira)

Local: Museu do Ceará (rua São Paulo, 51, Centro – ao lado da Praça dos Leões)

Horário: 17h30min


Realização

Associação de Amigos do Museu do Ceará


Apoio Cultural

Governo do Estado do Ceará

Museu do Ceará

Lançamento "Com o Pé em Limoeiro", de Vânia Freitas de Alencar, Prêmio Alberto Porfírio da SECULT (2.4)


"Com o Pé em Limoeiro", segundo livro de Vânia Freitas de Alencar, presta uma homenagem em cordel à cidade de Limoeiro do Norte. O lançamento acontecerá neste sábado, dia 02 de abril, às 19h30min, na Academia Limoeirense de Letras.


Limoeiro do Norte, interior do Ceará. À 200 km de Fortaleza a menina brincou, estudou, cresceu e guardou incontáveis recordações. A infância e adolescência de Vânia Freitas de Alencar passaram pela saudosa praça da cidade, pelo sereno rio Jaguaribe, pelo colégio de freiras Patronato. Embaixo de uma carnaubeira ou em cima de uma bicicleta, Vânia foi trilhando caminhos que estão quase sempre entrelaçados à própria história da cidade. Agora, muitos fragmentos que, até hoje, permanecem na memória da autora podem ser conferidos na obra "Com o pé em Limoeiro". O lançamento acontece no dia 02 de abril, às 19h30min, na Academia Limoeirense de Letras.


O livro é dividido em duas partes. Na primeira, Vânia versa sobre pessoas, lugares ou objetos que nos remetem logo de cara a Limoeiro do Norte. Quem conhece a cidade sabe, por exemplo, a importância do Colégio Diocesano ou de Dom Aureliano Matos. Pessoas que marcaram a vida pessoal da escritora também se fazem presentes nas páginas, como os avós Luiz Alves e Maria José de Freitas. Na segunda parte do livro, os leitores podem conhecer a história da cidade em si. Em 96 estrofes de cordel, estão a origem, os costumes e as tradições daquele povo.


A obra conta com ilustrações de André Arte e edição da La Barca Editora. Com o Pé em Limoeiro só foi concretizado graças ao incentivo da Secretaria da Cultura do Ceará. O livro foi vencedor do Prêmio Alberto Porfírio (literatura de cordel), uma das categorias do I Prêmio Literário para Autores Cearenses, promovido pelo Governo do Estado do Ceará em 2010. Na ocasião, o Governo garantiu a maior premiação para a literatura na história do Ceará. Foram 110 autores contemplados com uma premiação total de dois milhões de reais.


Serviço:

Com o Pé em Limoeiro (116 páginas)

Autora: Vânia Freitas de Alencar

Data: 2 de abril de 2011

Horário: 19h30min

Local: Academia Limoeirense de Letras

Preço promocional para o dia de lançamento: R$ 15,00

Outras informações:

Alvaro Beleza (La Barca Editora) alvaro@labarcaedtora.com.br

(85) 8768 3964 e 3264 8028

Vânia Freitas de Alencar (autora) mvaniafreitas@yahoo.com.br

(85) 3491 8629 e 8783 4661


Sobre a autora

Vânia Freitas de Alencar nasceu em Fortaleza, mas cresceu em Limoeiro do Norte, onde passou 20 anos de sua vida. Graduou-se em Letras pela Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos (FAFIDAM), e fez pós-graduação em Desenvolvimento Técnico pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Aos 62 anos, publica Com o pé em Limoeiro, seu segundo livro. Desta vez, a obra traz a literatura de cordel como gênero. O primeiro livro, de memórias, conta a história da família Freitas. Além da literatura, Vânia também se dedica à pintura e ao teatro.


Sobre a La Barca Editora

Criada em 2009, a La Barca Editora nasceu com a publicação de Transatlântico, da publicitária Mariana Marques. O livro, com capa em percalux azul, título em letras douradas, semelhante a um passaporte, acabou por dar forma ao que hoje é a La Barca: uma editora que se diferencia pelo esmero com que publica seus títulos, com o tratamento visual completando a obra, sendo parte de sua personalidade.

Passeio Ecológico PROPARQUE Canindé: vagas limitadas!

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Revista "Mambembe", agora em sua 4ª edição, à venda!

Capa da edição nº 1 da "Mambembe"

A revista Mambembe, 4ª EDIÇÃO, já está à venda na Livraria Siciliano no Shopping Del Paseo.


Com novo formato a revista traz novidades sobre literatura, música, teatro, educação, artes visuais e ainda sobre projetos que atuam na cidade de Parnaíba como o “Papo Literário”, “Percursos de Leitura”, “Ler dá Frutos”, “Lego Educacional” e outros bem interessantes no que se refere ao universo da leitura.


A revista Mambembe agora possui a sua matriz de atuação na cidade de Parnaíba. Divulgamos também por Teresina (PI), Fortaleza, região do Cariri (CE) e Belém (PA).


Boa leitura a todos


Carlos Pontes

Editor da revista Mambembe

Lançamento de "Contando Causos: de médicos e mestres", de Marcelo Gurgel e da revista "Literapia", de Pedro Henrique Saraiva Leão (1º de abril)

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Pós-Graduação em Literatura Infantil e Juvenil: inscrições abertas!

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"Theatro: Fernanda Quinderé e Ricardo Guilherme", por João Soares Neto

Theatro:

Fernanda Quinderé e Ricardo Guilherme


Terça, 29, homenageamos [o Autor se refere ao Shopping Benfica] o Theatro José de Alencar, esse empreendimento cultural grandioso, concluído do ano 10 do século passado, com visão de futuro, que registra em sua mudez férrea todos os eventos ali acontecidos. Cada uma das suas cadeiras renovadas significa, pelo menos, uma encenação ali realizadas. As balaustradas que faceiam os camarotes dos pisos superiores abrigam, sorrateiramente, vultos de grandes diretores, atores e atrizes que ali mostraram as suas farsas realísticas. Poderemos, ao fechar os olhos, ver, entre outros, Carlos Câmara, Eduardo Campos, Nadir Papi Sabóia, Paurilo Barroso, Cacilda Becker, Walmor Chagas, Eva Tudor, Emiliano Queiroz, Aderbal Freire Jr., Haroldo Serra, Hiramisa Serra, Procópio Ferreira, Chico Anysio e muitos outros.


Não importa que naquela boca de cena tenham montado tragédias, comédias ou sátiras, importa a inscrição desses acontecimentos na memória coletiva do fortalezense. Todos reconhecemos o Theatro, com “h”, como a nossa principal casa de artes.


Era para lá que ia, pixote ainda, para descobrir o mundo das artes. Foi lá que colei grau universitário, pela primeira vez... Mero registro de velha ternura, que é de todos nós, especialmente dos que escrevem, produzem, dirigem, iluminam e encenam.


Aos que o dirigem, nesta data, o cêntuplo Theatro José de Alencar, a homenagem de todos nós, os fortalezenses, mortos ou vivos, que, nestes cem anos, sentaram, essencialmente, nas velhas cadeiras de palhinha.


O Theatro José de Alencar, aos cem anos, ainda carece de público mais qualificado. Sei que é duro. Os que vivem do palco sabem disso. A educação de um povo o faz reconhecer a cultura, em todas as formas. O teatro, como instituição, possui a função e a capacidade de formar público e isso se atribui às lutas incessantes de seus dirigentes, autores, diretores, atores e atrizes que criam, ensinam e atuam de forma fingida a realidade encapsulada em seus atos sequenciados.


Dizia Stanislavski, grande diretor de teatro russo, para os atores que conduzia: “aprendam a amar a arte em vocês mesmos, e não vocês mesmos na arte”. A sutileza de Stanislavski é o imã que reata a graça e o talento dos que mourejam nos palcos teatrais.


Homenageamos, de forma extensiva, a todos os atores e atrizes que, ansiosos, no backstage do José de Alencar, esperaram ou esperam a abertura das pesadas cortinas que os fazem deixar de ser o que foram ou são para encarnar personagens diversos dos dramas reais que possam estar vivenciando. Eles foram representados por Fernanda Quinderé e Ricardo Guilherme, cada um com suas especificidades, evocam lembranças, de um lado, Nadir Papi Sabóia e, do outro, o grande B. de Paiva, ícone vivo de todos.A homenagem que fizemos a Ricardo Guilherme, por seus 41 anos de teatro, como autor, ator, diretor teatral e fundador do dito teatro Radical, e à Fernanda Quinderé, atriz, escritora e apaixonada por teatro, que completa 60 anos de muitas ribaltas, e que deu ao Brasil um dos seus maiores iluminadores, Maneco Quinderé, foi simples, mas significou o reconhecimento dos que, sentados, como espectadores, sabem dos esforços dessa classe tão distinguida para concorrer com a comodidade movediça e malsã das novelas de televisão e das peças aligeiradas de atores televisivos da moda que infestam teatros pelo Brasil afora.


À Fernanda Quinderé e Ricardo Guilherme, o nosso sincero reconhecimento.

O Dia da Mentira no CUCA da Barra do Ceará, com Almir Mota (1º de abril)

VAMOS COMEMORAR O DIA DA MENTIRA!

Histórias mentirosas

à luz de lamparina no CUCA da Barra do Ceará.


Neste dia primeiro de abril venha ouvir as histórias mais mentirosas e assombrosas que já se ouviu falar no pátio do CUCA Che Guevara na Barra do Ceará.


Almir Mota, escritor, contador de histórias, pesquisador e produtor cultural, diz que vai mentir só um pouquinho, pois as histórias é que são mentirosas, ele não tem culpa.


Venha comemorar o primeiro de abril, dia da mentira, com a gente. O evento acontece das 19h às 20h e quem quiser pode contar uma história também.


Tudo isto será à luz de lamparinas. Teremos histórias de pescador, alma penada, lobisomem e de morte.


IMPORTANTE: o narrador que contar a mais mentirosa ganhará um livro!


Data: 1º de abril de 2011, às 19 horas.

Local: Pátio do CUCA Che Guevara (Av. Pres. Castelo Branco, 6417, Barra do Ceará )

Informações: 85-3237.4223

Para conhecer o escritor Almir Mota ou demais interesses:

(85) 3252. 33 43/ 8807.5332


www.casadaprosa.com
www.bolsaletrinhas.blogspot.com