terça-feira, 13 de abril de 2010

13 de Abril - AlmanaCULTURA na Bienal: Seminário Cultura, Democracia e Socialismo na América Latina e Caribe

Sala Caminho de Pedras (Auditório B2) 16h – 18h Seminário
Seminário Cultura, Democracia e Socialismo na América Latina e Caribe
Tema: O Futuro do Socialismo na América Latina e Caribe
Debatedores: Emir Sader (Brasil/RJ) e Justo Pereda Rodriguez (Cuba)
Mediação: Beatriz Furtado (Brasil/CE)

Saiba mais sobre a Bienal, seus convidados, atrações e galeria de fotos acessando: www.bienaldolivro.ce.gov.br

13 de Abril - AlmanaCULTURA na Bienal: Arena Infantil "O Menino Mágico"

Arena Infantil O Menino Mágico (Bloco F Superior) 9h - 17h Infantil SESC
Programação Infantil SESC
9h às 17h - Biblioteca Infantil / Leitura Livre
10h – Contação de Histórias com Benita Prieto (Brasil/RJ)
15h – Contação de Histórias com Benita Prieto (Brasil/RJ)
9h às 11h – Oficinas
Produção de texto: através das Historias em Quadrinhos, com Ilza Natália
Origami: dobrando e criando, com Giovani
Produção de texto: solte a criatividade e invente uma história, com Ítalo Rovere
Fantoches: criando e brincando, com Mônica Magalhães
Ilustração: criando suas imagens, com Nathália Forte
14h às 17h – Oficinas
Produção de texto: através das Historias em Quadrinhos, com Ilza Natália
Origami: dobrando e criando, com Elaine Assunção
Produção de texto: solte a criatividade e invente uma história, com Ítalo Rovere
Fantoches: criando e brincando, com Mônica Magalhães
Ilustração: criando suas imagens, com Nathália Forte

Saiba mais sobre a Bienal, seus convidados, atrações e galeria de fotos acessando: www.bienaldolivro.ce.gov.br

segunda-feira, 12 de abril de 2010

"O Mundo Através das Bibliotecas", Affonso Romano de Sant'Anna para o Caderno 3 do DN

Affonso Romano de Sant'Anna (foto: Carol Domingues/DN)


O escritor e jornalista Affonso Romano de Sant´Anna participa da IX Bienal Internacional do Livro do Ceará. Ex-presidente da Fundação Biblioteca Nacional, ele antecipa em entrevista ao Caderno 3 um pouco de sua fala na mesa "O meu encontro com a biblioteca", dentro do V Encontro do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas


Como foi o seu “encontro com a biblioteca”?


Tentarei falar dos múltiplos encontros, desde a biblioteca da igreja que eu frequentava e a do meu pai, até as grandes bibliotecas do mundo que acabei conhecendo por ter sido secretário geral da Associação das Bibliotecas Nacionais Iberoamericanas ou por ter estado na India, Moscou, China, França, Irlanda, etc. Claro que vou me deter no panorama brasileiro que, felizmente, está se modificando e não é mais o mesmo de quando em 1990 lancei a campanha "Uma Biblioteca em Cada Município".


No texto "Por que escrevo", o senhor recorda seu pai, frequentemente com um livro na mão. Considera a presença constante de livros em casa fundamental para o despertar literário em jovens?

Ter livros na paisagem doméstica é importante, mas há aqueles que, nascendo num mundo adverso, despovoado de letras, chegaram aos livros. É que o livro, a cultura, as bibliotecas exercem um fascínio único para certas pessoas. É através das letras que elas se encontram com o mundo. Como dizia sempre Jorge Borges, o mundo pode ser visto como uma grande biblioteca de Babel, que a gente e tenta ordenar.


O senhor dirigiu por seis anos a Fundação Biblioteca Nacional e criou o Sistema Nacional de Bibliotecas. Como foi essa mudança de papeis, de frequentador a administrador?

Foi um desses acontecimentos que mudam a vida da gente. E felizmente conseguimos mudar a vida de outras pessoas também. Pois nenhuma mudança é efetiva se não ocorrer nos dois sentidos. A partir do Sistema Nacional de Bibliotecas tentamos romper o isolamento em que viviam as instituições. Fazíamos reuniões distritais, estaduais e nacionais. De repente, uma bibliotecária de Manaus já não se sentia tão ilhada, pois compartilhava experiências com as colegas de Joinville ou Salvador. Sobretudo, recriamos o espaço imaginário. E enraizamos a ideia de biblioteca na realidade social do país. A biblioteca costumava ser a principal ou única fonte para realizar pesquisas, por exemplo. Hoje, com o acesso facilitado a informações de todo tipo, com a crescente popularização da internet, muitos jovens e adultos deixaram de frequentá-la.


Nesse contexto, qual a importância hoje da biblioteca? Como chamar de volta seu público?

Está acontecendo uma coisa formidável, assombrosa. É como se estivéssemos em pleno Renascimento, de novo. Estamos vendo o surgimento de um novo Gutenberg, um novo conceito de livro. O livro virtual é uma realidade (não apenas virtual). E o será cada vez mais. Ingressamos no mundo de "Matrix". E o Brasil que estava muito atrasado nessa área, pois sempre foi carente de livros e bibliotecas, pode agora dar um salto qualitativa. Podemos queimar etapas. Qualquer pessoa, na selva ou na cidade pode ter uma biblioteca nas mãos, um I-Pad com mais de dois mil volumes. É uma revolução cultural. Algumas prefeituras e governos estaduais estão entendendo isto. O atual Ministério da Cultura está entendendo isto. E isto nos dá esperanças.


Transformar a biblioteca em espaço privilegiado de encontro entre leitores, de discussão, é uma boa estratégia para revitalizá-la?

Biblioteca deve ser o lugar de encontro, reencontro e de invenção. Não é um arquivo morto. Ali está a memória da comunidade e o modo da comunidade construir o seu futuro. Hoje, mais que nunca, existir é saber comunicar-se. Até as antas do Big Brother sabem disto. Quanto aos bibliotecários, tenho repetido isto há décadas, devem ser os servidores da comunicação no século XXI.


Além de escritor, o senhor exerce ou exerceu em algum momento as funções de teórico, cronista, professor, administrador cultural e jornalista. Combinar a atividades é um caminho natural de escritores no Brasil, tendo em vista a dificuldade de sobreviver exclusivamente de literatura no Brasil?

É uma questão de temperamento. Nem todo intelectual é assim ou pensa assim. Mas se fôssemos menos passivos, se fôssemos menos ilhados, menos tímidos, o Brasil seria outro. Tenho muita simpatia por Mário de Andrade que saiu pelo Brasil afora, amassando barro e fez uma obra notável. Igualmente por Monteiro Lobato homem de livros e ações. Euclides da Cunha, idem. Não sou (apenas) um homem de gabinete. Vai ver que ficou em mim, algo do metodista John Wesley, que dizia: "o mundo é a minha paróquia"


Ainda nesse sentido da profissão, o aprimoramento do sistemas de bibliotecas contribuiria para a formação de leitores e, por conseguinte, para a formação de um mercado?

Para usar um provérbio antigo, cultura é uma coisa que se multiplica dividindo. Por isto, sempre insisti com a Câmara Brasileira do Livro para que investissem não apenas no livro, mas no leitor, que o leitor é que vai consumir o livro. Por isto, a leitura é o ponto crucial. Por isto criamos o Proler, que felizmente deu os frutos mais extraordinários sob novas formas, como ocorre atualmente no Ceará.


Durante a ditadura militar, o senhor decidiu voltar para o Brasil e, no trabalho, enfrentou a repressão e a censura. Hoje ainda acredita em arte engajada ou acha limitador?

Talvez a melhor resposta à sua provocação é revelar que este ano a editora Rocco vai comemorar os 30 anos do lançamento de "Que país é este?". E, para tanto, fez um blog, onde os leitores podem opinar sobre o tema, sempre atual. Por outro lado, relançarei o livro por todo o país, fazendo debates, pois num ano eleitoral a questão torna-se ainda mais crucial: que país é este?


Fique por dentro Conheça o escritorAffonso Romano de Sant´anna

Nasceu em Belo Horizonte (1937) e foi criado em Juiz de Fora. Desde o começo dos anos 60 participou dos movimentos que transformaram a poesia brasileira, interagindo com os grupos de vanguarda. Nos anos 70, dirigindo o Departamento de Letras e Artes da PUC/RJ, estruturou a pós graduação em literatura brasileira, considerada uma das melhores do país. Trouxe conferencistas estrangeiros como Michel Foucault e, apesar das dificuldades impostas pela ditadura militar, realizou uma série de encontros nacionais de professores, escritores e críticos literários além de promover a "Expoesia" - evento que reuniu 600 poetas. Seu poema "Que país é este?" tornou-se símbolo da luta pela democracia. Foi Presidente da Fundação Biblioteca Nacional (1990 a 96), quando realizou a modernização tecnológica da instituição, informatizando-a e lançando programas.


Adriana Martins, para o DN

"A hora e a vez dos independentes", Pedro Rocha para O POVO

Nicolas Behr

O primeiro fim de semana da Bienal Internacional do Livro do Ceará recebeu um bom público para visitar os stands de livros que tomam três pavilhões do Centro de Convenções e assistir palestras com nomes como os poetas Thiago de Mello e Nicolas Behr, além do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro.


O primeiro, em sua segunda participação no evento, lançou livro no Café Literário, ao passo que o brasiliense ministrou palestra com o tema Toda poesia é marginal?. O ponto alto do terceiro dia foi a fala do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, que participou da mesa Integração Cultural, como parte do seminário Cultura, Democracia e Socialismo na América Latina e Caribe. Professor do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Viveiros de Castro questionou o atual corrente discurso sobre o protagonismo do Brasil novo cenário da política internacional e, mais especificamente, na América Latina: "O que eu posso falar sobre integração cultural a não ser dizer que concordo com ela", brincou, logo no início de sua fala para depois questionar a forma mais normal de integração do país na região: "O Brasil tem vocação imperialista", disse ao constatar o papel fundamental da Petrobras nessa chamada "integração".


O espaço reservado às editoras e escritores independentes no Pavilhão G reúne literaturas de diferentes estilos, que vão da iluminação cristã à escuridão fantasmagórica, passando pela poesia cearense e a Academia Feminina de Letras do Ceará.


Diversidade: A missionária Emanuelle Cardoso, 24 anos, passou o dia oferecendo os produtos da "família internacional", Aurora Produções. Entre DVDs e CDs com a temática religiosa, o maior destaque foi para o calendário Segredos para o sucesso com mensagens para cada dia do ano. A frase de ontem: "Uma vida sem dificuldades produziria pessoas fracas e inexperientes. Se não houvesse verdadeiros desafios, as pessoas não valorizariam o sucesso". É o caso o técnico em processamento de dados e escritor, Rochett Tavares, 34 anos, está lançando Criaturas em um pequeno stand na área reservada para editoras e autores independentes, localizada no Pavilhão G. Aos 12 anos, disse para a mãe que não iria fazer a tarefa de casa, uma redação. A sábia mãe pôs uma jarra de leite, bebida odiada pelo garoto, e uma chinela do lado de Rochett. "A cada não que eu dizia, era uma chinelada e um copo de leite. Não passei do terceiro. Hoje sou escritor", lembra. O livro de "horror fantástico", como faz questão de especificar, reúne oito contos com temáticas que passam por seres conhecidos da mitologia do gênero: "Aqui não tem vampiro que briga no sol e lobisomem fofinho", afirma. Liberado do trabalho para estar presente aos 10 dias do evento literário, Rochett já havia vendido 10 livros até o começo da tarde de ontem, numa prova de que sua teoria do conto está atraindo leitores: "O conto funciona como a programação da TV, se você não ta gostando passa pra outro". Em meio a citações de Edgar Allan Poe, HP Lovecraft e às mitologias egípcia, grega e judaico-cristã, a escuridão surge como o grande motivador de sua literatura: "Quando você olha pra escuridão, você sente que alguém está lhe observando".

"Hoje, na Bienal", texto de João Soares Neto para o Diário do Nordeste

João Soares Neto, Academia Fortalezense de Letras e amigos na Bienal do Livro

Este artigo é um convite especial para você, leitor (a). Hoje, domingo, às 11 horas, no Espaço "Não Me deixes", no Hall Central do Centro de Convenções, a Academia Fortalezense de Letras realiza sua segunda sessão em bienais do livro. Vá, esperamos por você. Será uma forma simples, leve, audaciosa e manifesta de aproximar uma nova academia do público que se pretende ver em eventos literários.


Sabemos que tradições devem ser respeitadas, mas urge oxigenar a cultura, dando ênfase na comunicação entre os que escrevem e os que leem, ainda que não sejamos sábios ou expoentes no que fazemos. Livro sem leitor é cadeado sem chave. Nessa reunião, o professor de literatura brasileira, Carlos Augusto Viana, falará sobre a obra literária de Rachel de Queiroz, enquanto o escritor José Luís Lira dirá de sua amizade - na varanda sertaneja - com a já então madura autora de "O Quinze". Maurício Benevides promete cantar. Teremos a presença benfazeja de jovens integrantes de academias estudantis, que apoiamos.


Tudo girará em torno da comemoração do centenário de nascimento de Rachel, patrimônio imaterial de todo o Estado do Ceará e, especialmente, da fortalezense cidade, onde nasceu e mantinha pouso. Se puder, dê um pulo lá, vale a pena, acredite. Vocês estão convidados a comparecer, não só a essa sessão, mas a todos os eventos da 9ª. Bienal Internacional do Livro do Ceará, aberta na sexta e que vai até o dia 18 próximo.


Uma Bienal é uma festa múltipla, mas o seu objetivo central é o livro, esse pequeno objeto que nos faz distintos pelo saber. Vivemos, neste começo da segunda década do século XXI, a chegada de meios eletrônicos de leitura como o "Kindle" e o "IPad" que, ao contrário do que alguns pensam, não substituirão o livro, tampouco o escritor, o editor e nem arruinarão gráficas competentes. Serão apenas meios e estratégias a facilitar a leitura de livros na forma digitalizada.


Ler, seja como for, ajuda a pensar, ficar mais centrado e infenso ao que não nos atrai ou incomoda. Abrir um livro, começar a lê-lo é um ato simples, despretensioso, mas pode enriquecê-lo. "O que estais lendo?", perguntou Polônio a Hamlet. E você?

"Crianças tomam conta da Bienal do Livro do Ceará" (Diário do Nordeste 12.04)

foto: José Leomar (DN)


Lendo histórias em quadrinhos, contos e fábulas. Ouvindo e participando de contação de histórias, batendo fotos, correndo para um lado e para o outro ou simplesmente "aperreando" os pais para comprarem quantos livros pudessem. As crianças tomaram conta do primeiro domingo da IX Bienal Internacional do Livro do Ceará.


A estimativa da organização do evento, em parceria com o Corpo de Bombeiros, é de que cerca de 20 mil pessoas tenham passado pelo Centro de Convenções ontem, somente entre 9h e 17h30 - a programação prosseguiu até 22h, aproximadamente.


Entre pais e mães, a certeza de estarem estimulando o gosto pela leitura nos filhos.Caso do contador Givanildo Almeida Albuquerque, 33, que levou os três filhos para uma tarde na bienal. Antônio Albuquerque, 10, entretinha-se com uma história da Turma da Mônica. "Os livros me dão ideias, ensinam a escrever histórias diferentes", exaltava.


Já Guilherme Mendes, 9, voltou para casa com uma sacola cheia de mangás. Ele disse que já tinha ido à bienal no ano passado e garantiu que tem a mesma empolgação em relação aos quadrinhos na hora de estudar. "Gosto muito de Ciências", contou. Andréia dos Santos, 13, havia acabado de ganhar dos pais um livro sobre o diário da vida de uma menina. Para ela, ler na bienal é ainda melhor. "Às vezes, na escola, a gente não tem muita opção", reconheceu.


A professora Suely Rodrigues, 43, levou os filhos Jadesson, 12, e Larissa, 9. "Eles leem, mas há certos períodos nos quais eles acabam indo para a televisão ou para o computador. Esses eventos são importantes para a gente resgatar neles o gosto pela leitura".


Um destaque da programação, na manhã de domingo, foi a palestra do professor Carlos Augusto Viana, da Academia Fortalezense de Letras. Em debate, a obra de Rachel de Queiroz, que completa centenário em 2010, e José Luís Lira, autor de "No Alpendre com Rachel".

12 de Abril - AlmanaCULTURA na Bienal: Arena Multi Cultural "Memorial de Maria Moura"

Arena Multi Cultural Memorial de Maria Moura (Bloco E) 16h30min - 17h30min Encontro
Tema: Biografia: uma fronteira entre Literatura, História e Jornalismo
Convidado: Lira Neto (Brasil/SP)
Mediação: Luiza Helena Amorim (Brasil/CE)

Arena Multi Cultural Memorial de Maria Moura (Bloco E) 18h30 - 20h Encontro
Tema: Con Jose Martí: cultivar los sentimientos
Convidado: Justo Pereda Rodríguez (Cuba)
Mediação: B.C. Neto (Brasil/CE)


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12 de Abril - AlmanaCULTURA na Bienal: Seminário Cultura, Democracia e Socialismo na América Latina e Caribe

Sala Caminho de Pedras (Auditório B2) 16h – 18h Seminário
Seminário Cultura, Democracia e Socialismo na América Latina e Caribe
Tema: Comunicação
Debatedores: Beto Almeida (Brasil/DF), Nestor Piccone (Argentina) e Aimée Vega Montiel (México)
Mediação: Alexandre Barbalho (Brasil/CE)


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12 de Abril - AlmanaCULTURA na Bienal: Espaço "Não me Deixes"

Espaço “Não me Deixes” – Centenário de Rachel de Queiroz (Hall do Auditório Central) 16h - 17h
Especial: Academias de Letras na Bienal
Coordenação: Regina Fiúza (Brasil/CE)

Espaço “Não me Deixes” – Centenário de Rachel de Queiroz (Hall do Auditório Central) 17h15min - 18h15min
Especial: Sociedade Amigas do Livro e Associação Brasileira de Bibliófilos na Bienal
Coordenação: Regina Fiúza (Brasil/CE)

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12 de Abril - AlmanaCULTURA na Bienal: Lançamentos no Café Literário Santa Clara "O Galo de Ouro"

Café Literário O Galo de Ouro (Sala A Inferior) 15h - 16h Lançamento & Bate-Papo
Lançamento: Laranja Seleta (Editora Língua Geral)
Convidado: Nicolas Behr (Brasil/DF)
Mediação: Hermínia Lima (Brasil/CE)

Café Literário O Galo de Ouro (Sala A Inferior) 19h - 20h Lançamento & Bate-Papo
Lançamento: Show de Talentos em Prosa e Verso
Convidada: Joyce Cavalcante/organizadora REBRA (Brasil/SP)
Apresentação: Leda Maria (Brasil/CE)

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